Quanto te deve, venda fiada, estado de conta no WhatsApp — sem contabilidade completa.
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Não precisa de livro de contabilidade. Precisa de um número em que dá para confiar: o que essa pessoa ainda te deve, depois de cada venda fiada e cada abono.
A pessoa quer ver a conta dela no celular. Não uma foto com todos os nomes da loja. Excel serve até aparecer uma segunda cópia.
Quando você já sabe o que cada um deve, chega a pergunta do negócio: quanto tenho lá fora no total? Real e dólar não se somam. O total em dólares é para você, n...
Não precisa de débito e crédito. Precisa saber se este lançamento sobe o que te devem, ou baixa. Misturar os dois é por isso que o total «fica alto» depois que...
O comerciante precisa de nomes, vendas fiadas, abonos e um número no celular. O plano de contas pode esperar.
Os grupos podem esperar. Primeiro: o mesmo nome sempre, anote a venda hoje, não misture fiado com abono.
Se devia 200 e você vendeu mais 50, anote 50. Não troque 200 por 250. O abono é outra linha para o total baixar.
O nome, as datas, cada venda e abono, a moeda, o que ainda deve. Não o resto da loja.
Um «50» não se soma com outro 50 de outra moeda. Anote a moeda de verdade. Um câmbio semanal em dólares é para você, não para o estado de conta dele.
Dois nomes para uma pessoa, misturar venda com abono, sem moeda, o Excel inteiro no WhatsApp, anotar só na semana.
O papel serve com poucos nomes. Falha quando perguntam «quanto eu devo?» e você está na rua.
A caderneta acompanha gente e o que te devem. A contabilidade junta estoque, imposto e partidas dobradas. A loja quase sempre busca o primeiro.
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